Vs. 24-25 – A próxima
exortação aborda a necessidade de encorajamento mútuo. Ele diz: “E consideremo-nos uns aos outros,
para nos estimularmos [provocarmos
– JND] ao amor e às boas obras”.
Isso mostra que não precisamos apenas aproximar-nos de Deus, mas também
precisamos nos aproximar uns dos outros. Em tempos de perseguição e tentação de
recuar, há uma necessidade particular de companheirismo e encorajamento entre
os santos.
Precisamos do apoio
mútuo dos outros crentes, mas não o teremos se não mantivermos “as pisadas do rebanho” (Ct 1:8 – ARF).
Já que somos o “guardião” de nossos
irmãos (Gn 4:9), temos a responsabilidade de zelar pelo estado uns dos outros e
de advertir, se necessário, quando alguém começa a se desviar (Pv 24:11-12).
Contudo, isso será difícil de fazer se negligenciarmos as reuniões para o
ministério e a comunhão (At 2:42). Por isso, o escritor prossegue dizendo: “não deixando a nossa congregação, como é
costume de alguns; antes, admoestando-nos [encorajando-nos – JND] uns
aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”.
Abandonar a reunião dos santos é um sinal claro de afetos em declínio.
Geralmente precede a pessoa deixar a assembleia completamente. As seguintes
coisas são sinais indicadores que geralmente acompanham aqueles que saem da
assembleia.