Nos capítulos 3-4, o
escritor apresenta os dois maiores líderes da história inicial do sistema legal
– Moisés e Josué – e os compara a Cristo. Ele mostra, novamente, que Cristo em
todos os sentidos é superior a eles.
Cap. 3:1-2 – Ele se
dirige a esses crentes hebreus como: “Irmãos
santos, participantes do chamado celestial”. Isso é algo completamente
diferente do que eles sabiam e tinham tido parte como judeus em Israel. Eles já
haviam sido irmãos, em um chamado nacional de Deus, com esperanças terrenas e
uma herança terrena (Dt 7:6-8). Mas ao receber a Cristo pela fé, foram “tirados” daquele chamado terrestre para
fazer parte de algo novo da criação de Deus – a Igreja (At 26:17 – JND). Dirigindo-se
a eles como tais, são vistos em sua posição Cristã com um chamado celestial.
Como Cristãos, são
convidados a considerar o “Apóstolo e
Sumo Sacerdote da nossa confissão”, Jesus Cristo, que foi “fiel Ao que O constituiu, como também o
foi Moisés em toda a sua casa”. Como já mencionado, considerar Cristo como
o “Apóstolo” de nossa confissão nos
foi apresentado nos capítulos 1-2. Considerar Cristo como o “Sumo Sacerdote” de nossa confissão é
agora o que nos está sendo apresentado nos capítulos 3-10:18.
Moisés é introduzido no
versículo 2 com o propósito de comparar sua fidelidade à de Cristo (Nm 12:7).
Isso é visto nas palavras “como também”.
Cristo foi “fiel Ao (Deus) que O constituiu”. Assim, ambos foram
fiéis.