Resumindo as exortações
anteriores sobre o novo centro de reunião no Cristianismo, o escritor tocou em
várias coisas que caracterizam esse terreno.
- É
um terreno no qual o Senhor Jesus Cristo é o Centro de reunião – “a Ele” (v. 13a).
- É
um terreno que é “fora do arraial”,
livre de princípios e práticas judaicas (v. 13b).
- É
um terreno que traz o “vitupério” de
Cristo (v. 13c).
- É
um terreno que não tem sedes terrestres – nenhuma “cidade permanente” (v. 14).
- É
um terreno onde os Cristãos têm liberdade para adorar “em espírito e em verdade” (Jo 4:24) com “o fruto dos nossos lábios”, sem a ajuda externa de instrumentos de
orquestras e corais etc., que caracterizam a religião terrena.
- É
um terreno no qual o amor é visto em ação, onde os crentes se comunicam uns com
os outros a partir de seus recursos materiais (v. 16).
- É
um terreno onde o cuidado pastoral é exercido, sem nomeação oficial para esse
trabalho ou treinamento prévio nas escolas dos homens (v. 17).
- É
um terreno onde a oração é um hábito (vs. 18-19).